
TOPSHOT - Handout picture released by the Sao Paulo State Government press office showing a volunteer receiving the COVID-19 vaccine during the trial stage of the vaccine produced by the Chinese company Sinovac Biotech at the Hospital das Clinicas (HC) in Sao Paulo state, Brazil, on July 21, 2020. The vaccine trial will be carried out in Brazil in partnership with the Brazilian Research Institute Butanta. - RESTRICTED TO EDITORIAL USE - MANDATORY CREDIT "AFP PHOTO / SAO PAULO STATE GOVERNMENT " - NO MARKETING - NO ADVERTISING CAMPAIGNS - DISTRIBUTED AS A SERVICE TO CLIENTS / AFP / Sao Paulo State Government / Handout / RESTRICTED TO EDITORIAL USE - MANDATORY CREDIT "AFP PHOTO / SAO PAULO STATE GOVERNMENT " - NO MARKETING - NO ADVERTISING CAMPAIGNS - DISTRIBUTED AS A SERVICE TO CLIENTS
Um estudo com dois milhões de britânicos, revelou que os indivíduos estão 49% menos propensos a experienciarem sintomas de longa duração se tiverem tomado duas doses da vacina antes de adoecerem com Covid-19, reporta um artigo publicado no jornal The Sun.
Quase 43 milhões de pessoas no Reino Unido – 79% têm mais de 16 anos – já estão duplamente vacinadas, enquanto os números mostram que 94% têm algum nível de anticorpos no organismo provenientes da vacina ou por terem estado infectados.
O professor Tim Spector, do King’s College de Londres, disse: “a vacinação está reduzindo massivamente as chances das pessoas sofrerem de Covid persistente de duas formas”.
“Em primeiro lugar, diminuindo o risco de quaisquer sintomas em oito a dez vezes”, acrescentou.
“Reduzindo assim em metade a probabilidade da infecção se transformar em Covid persistente”.
“Por isso mesmo, estamos encorajando as pessoas a tomarem a segunda dose assim que puderem”.
A Covid persistente pode causar dezenas de sintomas, sendo que fadiga extrema e problemas respiratórios estão entre os mais comuns.
Um estudo da Universidade de Washington alerta que muitos indivíduos também sofrem danos nos rins. O estudo do professor Spector foi realizado tendo como base a aplicação ZOE Covid e comparou os sintomas a longo prazo em diferentes grupos de pessoas.
Verificou-se que as pessoas que haviam tomado as duas doses da vacina estão 31% menos propensas a ter sintomas se contraírem posteriormente o novo coronavírus e têm metade da probabilidade de experienciarem múltiplos sintomas na primeira semana da infecção. Além de prevenirem a doença ou torná-la menos agressiva, as vacinas também inibem os efeitos da Covid a longo prazo.
Entretanto, um outro estudo apurou que a incidência da Covid persistente em crianças e adolescentes é menos comum do que originalmente se pensava, afetando cerca de 14% comparativamente a 40% dos adultos.
FONTE: Notícias ao Minuto Brasil.